Foi uma pena que a CEG não tivesse enviado à Audiência Pública o seu diretor Jurídico. Assim, o senhor Mário Leal Gomes Sá ouviria do presidente em exercício da ASEP, João Loureiro, que a CEG alega prejuízos inexistentes para reivindicar aumento de tarifas. Ele teria também a oportunidade de ouvir o presidente do CREA-RJ, José Chacon, afirmar que a CEG não é transparente. E que o Ministério Público está processando a empresa por manter ilegalmente em seus quadros profissionais estrangeiros.
Aliás, ninguém defendeu a CEG quando José Chacon afirmou que o seu contrato de concessão é ilegal perante a lei brasileira, pois "contraria o Código de Defesa do Consumidor". É lamentável que a CEG não tenha ouvido a opinião de diversos parlamentares. O deputado federal Ricardo Maranhão (PSB/RJ) considerou que hoje, no Rio de Janeiro, três milhões de pessoas podem ser vítimas dessa conversão irresponsável, que coloca em risco a vida do consumidor. O parlamentar sugeriu que o presidente da CEG e toda a sua diretoria fossem acusados de homicídios culposo e doloso pelos males que têm provocado à população.
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